Há 3 dias, o tempo anda fechado...nuvens carrancudas e prenúncio de temporal! A todo instante, lembro-me da música de Patrícia Marx (por onde anda?): "Se chove lá fora, fico aqui dentro...". Porém, na verdade, nós somos responsáveis pela meteorologia! Não importam as condições climáticas, se a chuva inunda o cenário, a alma é uma tarde de verão e vice-versa. Claro que quando se está em tempo bom é muito melhor que estejamos de bem com a vida. Quantas vezes miramos um dia lindo e pensamos que talvez para alguns dos nossos irmãos ele não seja tão maravilhoso assim. Infelizmente, as coisas deste mundo se sucedem dessa forma. É preciso termos consciência disso para darmos mais valor aos detalhes simples da vida e não deixar que a frieza cegue nossos olhos e congele nossos corações. Quem sabe um dia o Sol nasça para todos, acalentando a realização plena do ser humano...Enfim, nem só de livros vive a mente, é preciso filosofar...rsrsrsrrsrs Bjusssssssssssssssssss Wsegunda-feira, 26 de outubro de 2009
Em um dia nublado...
Há 3 dias, o tempo anda fechado...nuvens carrancudas e prenúncio de temporal! A todo instante, lembro-me da música de Patrícia Marx (por onde anda?): "Se chove lá fora, fico aqui dentro...". Porém, na verdade, nós somos responsáveis pela meteorologia! Não importam as condições climáticas, se a chuva inunda o cenário, a alma é uma tarde de verão e vice-versa. Claro que quando se está em tempo bom é muito melhor que estejamos de bem com a vida. Quantas vezes miramos um dia lindo e pensamos que talvez para alguns dos nossos irmãos ele não seja tão maravilhoso assim. Infelizmente, as coisas deste mundo se sucedem dessa forma. É preciso termos consciência disso para darmos mais valor aos detalhes simples da vida e não deixar que a frieza cegue nossos olhos e congele nossos corações. Quem sabe um dia o Sol nasça para todos, acalentando a realização plena do ser humano...Enfim, nem só de livros vive a mente, é preciso filosofar...rsrsrsrrsrs Bjusssssssssssssssssss Wquinta-feira, 22 de outubro de 2009
Liberdade - Fernando Pessoa

Ai que prazer, não cumprir um dever,
Ter um livro para ler, e não o fazer!
Ler é maçada, estudar é nada.
O sol doira, sem literatura.
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa, de tão naturalmente matinal,
Como tem tempo não tem pressa...
Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quando há bruma,
Esperar por D. Sebastião, quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
O mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...
sábado, 26 de setembro de 2009
Filme: uma pausa na leitura...
Essa semana, assisti ao documentário "O Equilibrista" de James Marsh, premiado com o Oscar 2009. Sabia do que se tratava: a incrível estória do francês Philippe Petit que em 1974 andou por exatos 45 minutos (8 travessias) sobre um cabo de aço que ligava as duas torres gêmeas do World Trade Center. O que achei: surpreendente e surreal!! Ao mesmo tempo, representa uma grande lição de perseverança, disciplina, concentração e auto-controle. Uma missão impossível, diriam quase todos. Genialidade ou loucura? Perguntariam outros. Sem sombra de dúvidas, foi genialidade e talento, pois loucura seria realizar tal feito sem estudo e preparo. O documentário traz ainda atrativos interessantes: cenas reais da construção do WTC, da longa preparação e treinos, do plano para burlar a rígida segurança e por fim, da travessia. E a todo instante, vem à mente, as cenas do 11 de setembro para lembrar o quanto aquele feito foi mágico e jamais será repetido. Chicoteia o "eu interior" e sacode as convicções. A conclusão é muito simples: "A diferença entre o Impossível e o Possível está no Acreditar!" Bjsssssssssssssssssss Wterça-feira, 22 de setembro de 2009
Quem me roubou de mim? Padre Fábio de Melo
Existem poucas pessoas neste planeta que ao fazerem uso das palavras merecem toda a nossa atenção e reflexão. Entre elas: Padre Fábio de Melo. Sempre que este carismático religioso concede entrevistas ou discursos, certamente somos hipnotizados pelas belíssimas mensagens. Não pelo uso correto da linguagem, mas sobretudo, pelo conteúdo que a permeia. Seus livros são testemunhas impressas dos objetivos a que se propõe: mostrar o caminho do bem a todos os andarilhos e transeuntes da vida. "Quem me roubou de mim?" é um tratado sobre a subjetividade humana em tempos de uniformização das massas e destruição da identidade individual. O texto bem organizado e sequenciado faz com que a leitura se torne agradável. Melhor ainda, é que nos faz pensar nas respostas à pergunta-título conforme as páginas são viradas. Se não houver respostas, pouco importa...o que vale a pena é ler! Bjssssssssssssssssssss W
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